Children of the wonder, unite! Bodies of promissing pictures, of battlefilds in love with dead fingers...make me proud! Had you known the very own future, horizons of pain and uncertainty, would you've said yes? No...or maybe...yes?
Proud parenting was our aim...do the same but also different, just as rain falls on you. Will you give me love? Will I give it tou you?
Golden paradises were promissed, remember? We'd be the ones...who'd find it better, stronger...and we'd fight for it. Have they stayed? No... Songs no longer give you away, or take you far. They're just there, and you still listen...where did it go? No one knows. The broken glass lies on the floor and memories of old summer days remain there, with it.
Where's the west? Now it's east...yes the sun rises sooner, but sets much faster too. ...and then?
Just imagine...had it been what they foresoke, would it still love you? Flashbacks would take me to a kingdom of smiles...I know, do you?
Now you say, go slow. Why? Because dreams are no longer made of jumps, but of single steps of fear.
No more! No! Let me be! Let me smile away our terrors and trust the untrustable. Let me love without sustain. Let's give away the thoughts and believe, just believe...it's going to be...even if it's not.
You can't fall but on the floor...and that's where we've been, so...
No, not me...I've had enough. Love back the same way, I can't promisse you the skies...but Heaven will be there!
Dream the dream of dreams.
http://www.youtube.com/watch?v=2RKr7fbnVOQ&feature=related
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
...and then!
And the loneliest time had lost its meaning. Loneliness had just started to be the sweetest feeling...and then it was. No more hidings or flatterings, wishes or fundamental truths. Why should it be as it should? Madness could be a substitute of me...why not? If clouds can fly, maybe my papers could too, what do you say?
Let's hide under a tree, be a bee and buzz away from flower to pray...from every pray to the blue sea of these bruises. Not as birds but as jealous people...running, running in platforms of cold cold metal.
A life of wondering, should I wait? No more, just a simple smile can take me now...and then!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Ainda me perguntam "porquê"...
São os olhos! Respondo eu ao som de palavras repetidas. São os olhos...sinónimos de cliques intocáveis. São os olhos, de chocolate ou céu de madrugada. Um dos dois...mas com expressão! Já foram pretos, até verdes...mas não mais. São os olhos, pronto!
Sei-os centro de emoções...não sabem mentir, ainda que saibam...quando cerrados ou cheios de água. Já os vi grandes e pequenos, largos ou mortos, sim, de facto mortos. Hoje sinto falta deles.
Em tempos absorvi...observei. Fui alvo de fundamento sem questões. Eu explico...não nada disso! Fui olhado sem que me vissem...os olhos, mas a alma. Porquê? Porque o espelho do que se passa no mundo não se vê noutro lado...ou por outro, que não estes. Daí o clique...certo?
O homem é ser irreverente, cujo olhar descai... para Sul, um pouco mais....volta a subir e pára. Onde? Não sei...é generalizar o que não o pode ser. Depende! Se me perguntarem outra vez...digo que não sei. E aqui morre o debate.
Eu? Outra vez? São os olhos! Mesmo que não acredites...não quero saber. Não vou explicar nem padronizar as minhas escolhas. Sei lá...
E ainda me perguntam "porquê". Já olharam (por falar em olhos) bem para o mundo? Já pararam para sentir o olhar de alguém? Pois...agora não, está difícil. De olhos cabisbaixos andamos longe. Se a expressão do umbigo tinha validade há uns tempos...agora é condição. Cada um por si... Vá, no limite por mais alguém....a vida.
Olhar com procura, com verdade, expressão de estrela cadente...isso anda perdido. Por isso assim estou!
Porquê?...por isso!
Coloquem uma gota de suor numa face de apenas uma ruga....por onde seguirá esta? Mas coloquem uma estrela apaixonada no meio de um céu de estrelas cadentes...então aí, apesar de tudo, apesar de distraída, alguma contra ela irá. Por isso!
Como encontrar estrelas cadentes num céu enublado? O pavor de abrir os olhos e sorrir escurece um céu brilhante...Por isso!
E então, de olhos bem abertos, olho em redor. Absorvo...observo... Vivo num pequeno passeio onde o Carnaval é Rei. Onde se escondem, se fantasiam mil "olhares cadentes"...e por isso não os vejo. Por Isso!
São os olhos! E agora?
Agora, como estrela apaixonada, há apenas o sonho de não perder...isto é, de encontrar o caminho para a única estrela cadente que, para já, viaja no céu.
São os olhos! Não sei que mais...
Sei-os centro de emoções...não sabem mentir, ainda que saibam...quando cerrados ou cheios de água. Já os vi grandes e pequenos, largos ou mortos, sim, de facto mortos. Hoje sinto falta deles.
Em tempos absorvi...observei. Fui alvo de fundamento sem questões. Eu explico...não nada disso! Fui olhado sem que me vissem...os olhos, mas a alma. Porquê? Porque o espelho do que se passa no mundo não se vê noutro lado...ou por outro, que não estes. Daí o clique...certo?
O homem é ser irreverente, cujo olhar descai... para Sul, um pouco mais....volta a subir e pára. Onde? Não sei...é generalizar o que não o pode ser. Depende! Se me perguntarem outra vez...digo que não sei. E aqui morre o debate.
Eu? Outra vez? São os olhos! Mesmo que não acredites...não quero saber. Não vou explicar nem padronizar as minhas escolhas. Sei lá...
E ainda me perguntam "porquê". Já olharam (por falar em olhos) bem para o mundo? Já pararam para sentir o olhar de alguém? Pois...agora não, está difícil. De olhos cabisbaixos andamos longe. Se a expressão do umbigo tinha validade há uns tempos...agora é condição. Cada um por si... Vá, no limite por mais alguém....a vida.
Olhar com procura, com verdade, expressão de estrela cadente...isso anda perdido. Por isso assim estou!
Porquê?...por isso!
Coloquem uma gota de suor numa face de apenas uma ruga....por onde seguirá esta? Mas coloquem uma estrela apaixonada no meio de um céu de estrelas cadentes...então aí, apesar de tudo, apesar de distraída, alguma contra ela irá. Por isso!
Como encontrar estrelas cadentes num céu enublado? O pavor de abrir os olhos e sorrir escurece um céu brilhante...Por isso!
E então, de olhos bem abertos, olho em redor. Absorvo...observo... Vivo num pequeno passeio onde o Carnaval é Rei. Onde se escondem, se fantasiam mil "olhares cadentes"...e por isso não os vejo. Por Isso!
São os olhos! E agora?
Agora, como estrela apaixonada, há apenas o sonho de não perder...isto é, de encontrar o caminho para a única estrela cadente que, para já, viaja no céu.
São os olhos! Não sei que mais...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Chocolate quente
Estava no meio de uma divisão sem mobília. As paredes eram de uma cor branca azulada (daqueles dias sem grande noção de calor...mas parece que chove), estava sozinho mas não me sentia só. Quando olhei para sul, a parede parecia-me mais longe, como se não a conseguisse tocar. Depois vi a minha mão, estava ali, sem tocar em nada nem em ninguém...porquê? Porque espero? Razão? Não, nem tudo tem de ter uma razão! Recuso-me acreditar que sou culpado pela sua solidão. Pela minha? Talvez...mas assumo-a....a mão já não. O som desconfortável de fundo transportou-me para outra dimensão, esta....acordei.
Recordei por breves momentos quem estava ali, na minha cama, era eu. Tentei aceitar que era um hábito, dormir ali, na cama grande que me viu chegar cansado, após mais uma noite de incessante procura (não, não por isso...por aquilo). Ela reconhece-me e aconchega-me os pensamentos. Esteja eu com um sorriso de quem conquistou, ainda que por breves horas, a sua autorização para nela partilhar momentos; Esteja eu de semblante pesado, isolado nos meus desejos, abandonado pelo ar que me vê cair...ela ali fica, a aguardar que nela me deite ao fim do dia...sem cobrar.
Em breves segundos atentei ao meu respirar. Sem saber bem porquê não senti nada...não queria estar ali? Mas, queria, não naquele momento, mas ali sim. Começava o dia, mais um, de expectativa. Sem a distracção dos segundos que antecedem o controlo diário de quem foi designado a atingir tarefas, pagas, sim, apesar de tudo... Hoje não. O dia era transparente, sem o peso das cores despercebidas que vagueiam por todo o lado, fácil de compreender porque não há que actuar.
Pelo toque de um botão deixei a vida entrar. Subiam as persianas que me protegiam dos elementos e o quarto estava iluminado...a mesma cor do sonho, da outra dimensão. Estaria a sonhar de olhos abertos? Projectando um futuro tão próximo que era fácil aceitar? Seriam os meus sentidos capazes de deixar o corpo, passar paredes e prever segundos antes? Não! Mas naquele momento vi-me olhar para o mesmo branco, o mesmo sul, de mãos erguidas por um leve espreguiçar...e em nada tocava, nem em ninguém.
Senti o frio do inverno tocar-me levemente a planta dos pés...e corri para a caldeira, agora estou quente...o Inverno está lá fora. De olhos semi-serrados avancei para a luz, peguei num pedaço de bolo de aniversário e continuei o meu caminho.
Queria estar ali! Queria sim! Juro! Tantas vezes acompanhado sonhei com momentos sós...para me dedicar ao ócio, sem demonstrações de qualquer espécie, nem a mim, nem a ninguém. Sugaram-me o espírito, a alma, tantas vezes não fui eu, estive apenas lá. Agora, aqui, olho ao meu redor e estou vivo...tenho tempo, tenho espaço. Penso na época do ano, penso nos dias anteriores, nos que se seguirão. Vejo livros espalhados pelo meu esconderijo, papeis assinados, fios de pó, aqui e ali. Penso em vós, em mim e na mulher que me faz acreditar que (ainda) sou capaz de amar. Dedico breves segundos a decisões que não quero tomar e sento-me. Sinto incertezas, cobardias, arrependimentos por erros passados, mas ali estou. Breves momentos.
Decidi que dentro de 3 dias o meu esconderijo estará de um vermelho periclitante.Vou falar aos que me seguem a existência e nela se envolvem para me dar ânimo, querem ajudar? Vou elevar a Árvore! ...mais alta que eu... e nela pendurar sonhos, desejos, pedidos, queixas e chocolate. Porque a vida tem disto... Chegará o encanto do Natal e até ele passará, uma vez mais. Tudo passa...e nesse momento sorrio porque tudo se transforma.
Uma vez mais penso nela...mas não lhe falo, deixo-a estar. Não estarei preparado? Não sei, queria que fosse imperfeito. Queria que fosse o último primeiro beijo...mas certo, livre de pecados, livre de porquês. De olhos fechados peço-lhe que me perdoe, mas não serei eu a dá-lo, assim seria perfeito. Quero recebê-lo e se ela ficar atenta saberá quando mo dar. Estou pronto...ela não sei, talvez... Não tenho razões para que assim seja e arrisco perdê-la...não quero. Mas arrisco, porque de outra maneira não sei ser...e não quero actuar, quero ser livre e libertar. Ser amado e amar da mesma forma. Fosse este mundo plano e dizer-lhe-ia "gosto de ti"...e com a resposta dela viveria o resto do tempo. Mas não posso. Se assim fosse, a vida seria de chocolate.
O dia decorre entre leves entradas e saídas de dimensões diversas. Deitado no sofá, apoiado num mar de almofadas, adormeço entre gargalhadas vindas da caixa mágica. Escaldam-me as pernas onde com satisfação dorme a minha Jackie. Enroscada em si própria encontra facilmente posição entre os meus joelhos e ali fica, sonha e sente-se protegida...o dono está cá hoje...
E nada faço. Deixo passar o tempo, hoje não lhe aceno...deixo-o escapar e descanso. Volto a pensamentos de sonhos antigos. Imagino desejos antigos de solidão e o que com eles planeava fazer. Aventuras de comando na mão, controlo do tempo e do espaço, sem dar provas que não às máquinas criadas por outras mãos, idas ao ginásio, viagens sem sair do sítio, música...tempo, meu tempo. Já não...a inércia de ser livre apaga vontades prisioneiras e abre janelas de emoções novas.
É noite outra vez. É inverno e o dia acaba depressa. Uma música de fundo acompanhou o pôr-do-sol sobre a cidade, tão bela. Vejo a sombra das árvores ao meu lado, cobrem as escadas que me levam ao mundo, lá fora. Mas aqui estou...porque quero. Quem dera aqui estivesse, mas não lho digo, quero apenas que ela descubra que também quer. No meu esconderijo, ainda meu...ainda só meu.
Deixo que o dia acabe, espero por outro, esse já espreita e traz festa...pela noitinha, por quem me ama. Olho as estrelas e sorrio...e sonho...e espero.
Recordei por breves momentos quem estava ali, na minha cama, era eu. Tentei aceitar que era um hábito, dormir ali, na cama grande que me viu chegar cansado, após mais uma noite de incessante procura (não, não por isso...por aquilo). Ela reconhece-me e aconchega-me os pensamentos. Esteja eu com um sorriso de quem conquistou, ainda que por breves horas, a sua autorização para nela partilhar momentos; Esteja eu de semblante pesado, isolado nos meus desejos, abandonado pelo ar que me vê cair...ela ali fica, a aguardar que nela me deite ao fim do dia...sem cobrar.
Em breves segundos atentei ao meu respirar. Sem saber bem porquê não senti nada...não queria estar ali? Mas, queria, não naquele momento, mas ali sim. Começava o dia, mais um, de expectativa. Sem a distracção dos segundos que antecedem o controlo diário de quem foi designado a atingir tarefas, pagas, sim, apesar de tudo... Hoje não. O dia era transparente, sem o peso das cores despercebidas que vagueiam por todo o lado, fácil de compreender porque não há que actuar.
Pelo toque de um botão deixei a vida entrar. Subiam as persianas que me protegiam dos elementos e o quarto estava iluminado...a mesma cor do sonho, da outra dimensão. Estaria a sonhar de olhos abertos? Projectando um futuro tão próximo que era fácil aceitar? Seriam os meus sentidos capazes de deixar o corpo, passar paredes e prever segundos antes? Não! Mas naquele momento vi-me olhar para o mesmo branco, o mesmo sul, de mãos erguidas por um leve espreguiçar...e em nada tocava, nem em ninguém.
Senti o frio do inverno tocar-me levemente a planta dos pés...e corri para a caldeira, agora estou quente...o Inverno está lá fora. De olhos semi-serrados avancei para a luz, peguei num pedaço de bolo de aniversário e continuei o meu caminho.
Queria estar ali! Queria sim! Juro! Tantas vezes acompanhado sonhei com momentos sós...para me dedicar ao ócio, sem demonstrações de qualquer espécie, nem a mim, nem a ninguém. Sugaram-me o espírito, a alma, tantas vezes não fui eu, estive apenas lá. Agora, aqui, olho ao meu redor e estou vivo...tenho tempo, tenho espaço. Penso na época do ano, penso nos dias anteriores, nos que se seguirão. Vejo livros espalhados pelo meu esconderijo, papeis assinados, fios de pó, aqui e ali. Penso em vós, em mim e na mulher que me faz acreditar que (ainda) sou capaz de amar. Dedico breves segundos a decisões que não quero tomar e sento-me. Sinto incertezas, cobardias, arrependimentos por erros passados, mas ali estou. Breves momentos.
Decidi que dentro de 3 dias o meu esconderijo estará de um vermelho periclitante.Vou falar aos que me seguem a existência e nela se envolvem para me dar ânimo, querem ajudar? Vou elevar a Árvore! ...mais alta que eu... e nela pendurar sonhos, desejos, pedidos, queixas e chocolate. Porque a vida tem disto... Chegará o encanto do Natal e até ele passará, uma vez mais. Tudo passa...e nesse momento sorrio porque tudo se transforma.
Uma vez mais penso nela...mas não lhe falo, deixo-a estar. Não estarei preparado? Não sei, queria que fosse imperfeito. Queria que fosse o último primeiro beijo...mas certo, livre de pecados, livre de porquês. De olhos fechados peço-lhe que me perdoe, mas não serei eu a dá-lo, assim seria perfeito. Quero recebê-lo e se ela ficar atenta saberá quando mo dar. Estou pronto...ela não sei, talvez... Não tenho razões para que assim seja e arrisco perdê-la...não quero. Mas arrisco, porque de outra maneira não sei ser...e não quero actuar, quero ser livre e libertar. Ser amado e amar da mesma forma. Fosse este mundo plano e dizer-lhe-ia "gosto de ti"...e com a resposta dela viveria o resto do tempo. Mas não posso. Se assim fosse, a vida seria de chocolate.
O dia decorre entre leves entradas e saídas de dimensões diversas. Deitado no sofá, apoiado num mar de almofadas, adormeço entre gargalhadas vindas da caixa mágica. Escaldam-me as pernas onde com satisfação dorme a minha Jackie. Enroscada em si própria encontra facilmente posição entre os meus joelhos e ali fica, sonha e sente-se protegida...o dono está cá hoje...
E nada faço. Deixo passar o tempo, hoje não lhe aceno...deixo-o escapar e descanso. Volto a pensamentos de sonhos antigos. Imagino desejos antigos de solidão e o que com eles planeava fazer. Aventuras de comando na mão, controlo do tempo e do espaço, sem dar provas que não às máquinas criadas por outras mãos, idas ao ginásio, viagens sem sair do sítio, música...tempo, meu tempo. Já não...a inércia de ser livre apaga vontades prisioneiras e abre janelas de emoções novas.
É noite outra vez. É inverno e o dia acaba depressa. Uma música de fundo acompanhou o pôr-do-sol sobre a cidade, tão bela. Vejo a sombra das árvores ao meu lado, cobrem as escadas que me levam ao mundo, lá fora. Mas aqui estou...porque quero. Quem dera aqui estivesse, mas não lho digo, quero apenas que ela descubra que também quer. No meu esconderijo, ainda meu...ainda só meu.
Deixo que o dia acabe, espero por outro, esse já espreita e traz festa...pela noitinha, por quem me ama. Olho as estrelas e sorrio...e sonho...e espero.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Objectivo...MAIS
A caminhada foi dura, ao que parece conquistada pela força que reconheço como minha! Distingo traços ao longe...parecem leves chicotadas atrevidas que combatiam a subida. Já nada é como antes, o ar rarefeito da montanha da vida envolve as ideias numa esfera cristalina...vejo melhor que nunca... De mãos esfoladas pela rocha dura, sinto o coração na boca, a mente explode e as certezas perdem valor. O sorriso ao medo torna-se simples...qual imortal defronte à ponta da espada, assim sim, é viver.
A sensação é de objectivo cumprido...e porque não? Ainda que por leves segundos nada mais importa, como um caminhante que vislumbra o oceano no horizonte e sente a maresia. As pequenas pedras do caminho fantasiaram-se de algodão, assim não magoam...tanto, porque a planta dos pés aprendeu onde calcar e recorda corridas fustigantes, inconsequentes, repetitivas...valiosas então.
De face levantada deixo que o cinzento apareça, chamam-me nomes carinhosos como quem me quer e me tem. Mas a certeza de que nasci há pouco ergue muros de incompreensão...apesar de tudo, sei mais, muito mais!
Agora olho o passar dos transeuntes como quem vê nuvens num céu azul...estão ali. E para mim não olham, porque haveriam de olhar? Sou apenas eu, de casaco de penas, passo apressado e espada na mão! Como figurantes de um filme histórico, significaram apenas isso, figuras.
Os meu andam aí! Por perto, ao longe e neles deposito as lágrimas de um presente carregado de perguntas. Agradeço-lhes com um gesto acanhado mas eles reconhecem a força impossível de um conquistador de impossíveis.
Por isso valeu a pena...preparado para mais tantos...ainda que diferentes, ainda que melhores!
A sensação é de objectivo cumprido...e porque não? Ainda que por leves segundos nada mais importa, como um caminhante que vislumbra o oceano no horizonte e sente a maresia. As pequenas pedras do caminho fantasiaram-se de algodão, assim não magoam...tanto, porque a planta dos pés aprendeu onde calcar e recorda corridas fustigantes, inconsequentes, repetitivas...valiosas então.
De face levantada deixo que o cinzento apareça, chamam-me nomes carinhosos como quem me quer e me tem. Mas a certeza de que nasci há pouco ergue muros de incompreensão...apesar de tudo, sei mais, muito mais!
Agora olho o passar dos transeuntes como quem vê nuvens num céu azul...estão ali. E para mim não olham, porque haveriam de olhar? Sou apenas eu, de casaco de penas, passo apressado e espada na mão! Como figurantes de um filme histórico, significaram apenas isso, figuras.
Os meu andam aí! Por perto, ao longe e neles deposito as lágrimas de um presente carregado de perguntas. Agradeço-lhes com um gesto acanhado mas eles reconhecem a força impossível de um conquistador de impossíveis.
Por isso valeu a pena...preparado para mais tantos...ainda que diferentes, ainda que melhores!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
De coração...sem palavras...
Enfim descobri o que sentir...caem muros de pedra que sombra ao sol faziam. Como to posso dizer? Caminho ao teu lado e não estás aqui. Nem aí... A presença de um sorriso teu deita por terra tantos medos! Mas...o que é isto? Como to posso dizer? Acabo sempre por embater em sentimentos antigos, teus e meus.
Vejo-me invadido por certezas...quais vontades incertas do querer mais e mais. Não posso! Vejo-me repleto de lágrimas, água e sal que me queima o rosto quando sinto o teu olhar. E em mim tocaste, pele na pele...e por momentos senti que sentiste. Mas nada disse! Como to posso dizer? Se tenho medo, porque não te quero ter...para te perder?
Sinto uma corrente de ar no coração. Já a sentiste? A que nos deixa tontos, bobos da corte...com chapéus de três bicos a sorrir. Rimos às gargalhadas porque tudo...parece...valer. Já a sentiste? Reconheci-a porque gravitas em torno ao meu ar... Mas não, não to posso dizer! Decidi há muito deixar-me levar pela solidão...a de ser astronauta sem rumo, por caminhos sem ar, onde caminho tão devagar.
O teu caminhar abana as minhas ordens, as que me guiavam até em ti embater...reconheces o violento embater do coração na mais suave das ondas? É o que sinto! Mas porque não to posso dizer? Porque não sou capaz de contra mim falar?
Não o sabes certamente, mas à tua volta existe um círculo que brilha, qual espaço de conforto. ...e a minha cor muda quando nele entro, em tudo, em todos...nada é assim! Porquê?
Sinto-te! Mas não to posso dizer!
Em tudo, em cada batimento do coração, no meu simples respirar após um cigarro feito à mão no sofá da minha existência. Do meu esconderijo olho a noite na cidade, onde nos vemos ao cair do pano...sinto-te, de coração...sem palavras...
http://www.youtube.com/watch?v=bc9cZe2bzEc
Vejo-me invadido por certezas...quais vontades incertas do querer mais e mais. Não posso! Vejo-me repleto de lágrimas, água e sal que me queima o rosto quando sinto o teu olhar. E em mim tocaste, pele na pele...e por momentos senti que sentiste. Mas nada disse! Como to posso dizer? Se tenho medo, porque não te quero ter...para te perder?
Sinto uma corrente de ar no coração. Já a sentiste? A que nos deixa tontos, bobos da corte...com chapéus de três bicos a sorrir. Rimos às gargalhadas porque tudo...parece...valer. Já a sentiste? Reconheci-a porque gravitas em torno ao meu ar... Mas não, não to posso dizer! Decidi há muito deixar-me levar pela solidão...a de ser astronauta sem rumo, por caminhos sem ar, onde caminho tão devagar.
O teu caminhar abana as minhas ordens, as que me guiavam até em ti embater...reconheces o violento embater do coração na mais suave das ondas? É o que sinto! Mas porque não to posso dizer? Porque não sou capaz de contra mim falar?
Não o sabes certamente, mas à tua volta existe um círculo que brilha, qual espaço de conforto. ...e a minha cor muda quando nele entro, em tudo, em todos...nada é assim! Porquê?
Sinto-te! Mas não to posso dizer!
Em tudo, em cada batimento do coração, no meu simples respirar após um cigarro feito à mão no sofá da minha existência. Do meu esconderijo olho a noite na cidade, onde nos vemos ao cair do pano...sinto-te, de coração...sem palavras...
http://www.youtube.com/watch?v=bc9cZe2bzEc
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